sexta-feira, 13 de março de 2009

Bound Stems

Bound Stems

Qual o momento certo de uma banda parar com suas atividades? Pergunta, no mínimo, sem resposta. Tem banda que nunca desiste, insiste nas mesmas coisas sempre. Tem banda que acaba em desastre. Tem banda que continua, e você nem sabe. E tem banda que acaba em seu auge. Esse é o caso do Bound Stems.


Formado em Illinois - Chicago, no ano 2002, a banda lançou dois álbuns. Um em 2006 e outro no ano passado, este lindo, inteligente e desafiador. Você pode não ter se deparado com esse desafio, e talvez seja esse o momento.

Repleto de boas construções e desconstruções, de arranjos por vezes confusos, por vezes incrivelmente sensatos, vocais alternados e atmosfera que alimentam tanto uma angústia, quanto um sorriso, a música do Bound Stems é muito rica. E a crítica não demorou a perceber. Mas, por fator que desconheço, a banda chegou ao fim após seu segundo lançamento. E, fundamentalmente, parou em seu auge. Pois, o álbum de 2008, mostra uma evolução incrível. Porém, esse auge poderia ser só o meio do caminho. Poderiam sair coisas ainda melhores dalí. Mas, disso nunca saberemos.

É confortável e triste uma situação dessas. Por vezes, parar é uma maneira de não se auto-destruir. Por outro lado, o fim de uma coisa boa, cria uma lacuna que nunca será preenchida. Ironicamente, somado a isso o Bound Stems se torna ainda mais interessante.

Bound Stems - Appreciation Night (2006)
Bound Stems - Appreciation Night (2006)
01 - Appreciation Night
02 - Andover
03 - Western Biographic
04 - Wake Up, Ma And Pa Are Gone
05 - At What Point Did You Stop Believing Me
06 - Pulling On Pigtails
07 - Excellent News, Colonel
08 - This Is Grand
09 - Fire, Burglary, Flood
10 - Risking Life And Limb For The Coupon
11 - Book Of Baby Names
12 - Refuse The Refuse
13 - Walter Waters Addresses The Bonus Army
14 - Rented A Tent (A Tent, A Tent)
15 - 55 Cross St.
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Bound Stems - The Family Afloat (2008)
Bound Stems - The Family Afloat (2008)
01 - Taking Tips From The Gallery Gang
02 - Happens To Us All Otherwise
03 - Passing Bell
04 - Palace Flophouse And Grill
05 - Clear Water & Concrete
06 - Cloak Of Blue Sky
07 - Only Clementine Knows
08 - Winston
09 - Crossed Off Together
10 - Sugar City Magic
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A partir de agora, alguns links para download estarão nos comentários. Por quê? Porque não aguento mais ver post sendo retirado. Tá ficando complicado. Alguns já foram retirados mais de uma vez. Então, tomei essa solução para não acabar com o blog.

Quando for assim, teremos esse selo no lugar onde ficava o antigo:

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Espero que funcione.
Obrigado por não desistir do PopMata.

Abraços.
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quinta-feira, 12 de março de 2009

Noah and the Whale - Peaceful The World Lays Me Down (2008)/ Tommy and the Whale - Shot For The Moon (2008)



Poderiam duas baleias passarem desapercebidas por você?
Noah e Tommy, passaram com suas baleias bem perto de você, e você nem percebeu. Foi no ano passado, mas você ainda pode encontrá-los se quiser. Eu te ajudo.

Apenas com a criatividade e o vento a favor, Noah e Tommy levantaram mastro e zarparam com seus navios. Não se sabe ao certo o que aconteceu. Um naufrágio, talvez.

De repente, eles estavam sozinhos. Aliás, não sozinhos, mas com suas baleias. E parece que ninguém os ouvia, ninguém os via. Se não ninguém, pouca gente. Pouca gente ouviu falar deles.

Não se falou muito, nem pelas redondezas inglesas:


Nem pelos lados estadunidenses:


O fato é que, os dois, carregaram muito dessas terras. De seus respectivos países. Com eles, o mar pareceu muito mais calmo e interessante. O som do mar não era como o de uma concha, soava como violões, pianos e até trompetes. E não se ouvia gritos de socorro por parte deles, e era até de se esperar, vindo de alguém que está em alto-mar ao lado de uma baleia. Mas o que se ouvia eram belos cantos, como se eles se sentissem bem ali. Como se fizessem parte daquele lugar. Como se não estivessem perdidos. Como se perdidos estivéssemos nós, por ainda não tê-los encontrados.

Você viu aquela baleia passando?

Noah and the Whale - Peaceful The World Lays Me Down (2008)
Noah and the Whale - Peaceful The World Lays Me Down (2008)
01 - 2 Atoms In A Molecule
02 - Jocasta
03 - Shape Of My Heart
04 - Do What You Do
05 - Give A Little Love
06 - Second Lover
07 - 5 Years Time
08 - Rocks And Daggers
09 - Peaceful, The World Lays Me Down
10 - Mary
11 - Hold My Hand As I'm Lowered
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Tommy and the Whale - Shot For The Moon (2008)
Tommy and the Whale - Shot For The Moon (2008)
01 - Watertowers
02 - Fight For Our Lives
03 - Next Twenty Years
04 - Bright New Smile
05 - Brothers
06 - Crooked and Blue
07 - For You I Did Die
08 - Great Escape
09 - Giving Up The Ghost
10 - World Gone Mad
11 - Blackout
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terça-feira, 10 de março de 2009

Art Brut - Art Brut vs. Satan (2009)

Art Brut

2005 foi um ano realmente confuso pra mim. Tudo desmoronava mas, ao mesmo tempo, via coisas lindas, e novas, surgirem e crescerem. Assim, realmente confuso. Namorada, amigos e pensamentos novos. Confuso e adorável. Mas a confusão não me deixou gostar de "Bang Bang Rock & Roll" naquele ano. Não tinha entendido o primeiro álbum do Art Brut. Hoje, não me resta dúvidas, quem não gosta de Art Brut, não pode ser um bom sujeito. Ou algo assim.

Não falo aqui, estritamente, sobre a música. Mas, sim, sobre o efeito, da mesma, sobre uma pessoa. O Art Brut, talvez por sua descontração, ou por sua maneira diferente de criar, ou por seu vocal "quase-não-cantado", faz você sentir que não há motivos para ser diferente. Faz você entender que, evoluir, não é necessariamente ser outra pessoa ("escrotar", de fato não é a saída). Mostra que ironia não é uma defesa, é um ataque... e um ataque inteligentíssimo. E o mais importante, você já sabe de tudo isso mas, o Art Brut, faz questão de te dar a razão novamente e outra vez.


Falando, estritamente, de música, é claro que o Art Brut só evolui. Sempre melhor e a mesma banda. Cada vez mais divertidos, com timbres de guitarras fortes e amigáveis, bateria alucinadamente dançante e com Eddie Argos (figura excepcional) cantando de maneira original e cada vez mais provocadora.

O novo álbum da banda é uma peça ótima. Sem erro algum para quem procura um álbum divertido e original. A produção do mestre, e líder do Pixies, Frank Black (ou seria Black Francis?) é mais que sensata. Não tem como você ouvir e se decepcionar. Não tem como ouvir e não gostar. Me desculpe, você não quer ser um mal sujeito, quer? Acorda aí. Art Brut destrói.

Art Brut - Art Brut vs. Satan (2009)
Art Brut - Art Brut vs. Satan (2009)
01 - Alcoholics Unanimous
02 - DC Comics and Chocolate Milkshake
03 - The Passenger
04 - Am I Normal?
05 - What a Rush
06 - Demons Out!
07 - Slap Dash for No Cash
08 - The Replacements
09 - Twist and Shout
10 - Summer Job
11 - Mysterious Bruises
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Pete Doherty - Grace/Wastelands (2009)

Pete Doherty

Por trás da polêmica, das palhaçadas, dos exageros e do homem Pete Doherty, há sua música. Nesse caso, talvez seja a parte mais limpa e bela do que se pode ver. Não dá pra se dizer que, Pete Doherty, é um dos compositores mais importantes de sua geração. Não dá pra dizer que é original, tampouco inovador. É o mesmo de sempre. E isso é bom? Nesse caso sim, pois Pete nunca deixou nada a dever. Ao lado de Carl Barat, dominou a cabeça dos ingleses com sede de novidade. Liderando o Babyshambles, lançou um álbum razoável e um muito competente, em meio às trovoadas. Com o suporte do gênio Graham Coxon, lança seu álbum solo com canções mais melancólicas e elaboradas. Acerta em cheio.

Talvez toda a tristeza que o álbum carrega e toda a dúvida que as canções exalam, sejam o retrato do "novo e mesmo" Pete. Sincero, mais velho (apesar de que há quem duvide que ele chegue aos 30), mais inteligente e mais esperto, ele parece saber por qual terreno está andando e quais passos deve dar a partir de agora.


Não há nada de genial em sua estreia solo, nada inesperado. Mas, digo por mim (como sempre), quem admira e sente saudade do velho Libertine, o álbum é um prato cheio, e cheio de canções muito interessantes e lindas (emocionantes em alguns casos, mesmo com toda simplicidade). Não são canções agitadas como as que ele fazia entre 2002 e 2004. Não são tão junkies como as que fez com o Babyshambles. Mas são as canções que esperávamos que surgissem com o tempo, do nosso velho conhecido Pete. Torço por ele, sem dúvida. E apesar de saber que ele não merece isso, um álbum como esse me deixa na dúvida. O que vale mais? Um homem ou sua obra? Nesse caso...

Pete Doherty - Grace/Wastelands (2009)
Pete Doherty - Grace/Wastelands (2009)
01 - Arcadie
02 - Last of the English Roses
03 - 1939 Returning
04 - A Little Death Around The Eyes
05 - Salome
06 - I Am The Rain
07 - Sweet By And By
08 - Palace Of Bone
09 - Sheepskin Tearaway
10 - Broken Love Song
11 - New Love Grows On Trees
12 - Lady, Don't Fall Backwards
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segunda-feira, 9 de março de 2009

The Decemberists - The Hazards of Love (2009)

The Decemberists

Quando eu esperava um álbum mais pop, devido aos singles lançados no ano passado, surge um Decemberists menos acessível. Decepção? Não.

Sem dúvida, "The Hazards of Love" é um álbum muito bonito que, apesar de ser uma ópera-rock e abusar de narrativas, carrega bons refrões consigo. Bem influenciado por álbuns da mesma premissa, só que no ramo do hard-rock, nele você vê um Decemberists mais intenso e preciso. Se encarregam de contar uma história e fazem muito bem. As "aventuras" de Margaret conta com um narrador, com a protagonista e com outros personagens, inclusive crianças, cantando e contando, sem falhas. O próprio formato, emendando uma canção na outra, sem intervalos, proporciona um bom clima para a história.

Mas, falando de canções isoladamente, talvez você não se sinta satisfeito. Seria essa a intenção? Dar pouco sentido pra uma música sozinha, assim como ler um único capítulo de um livro? Quem sabe?


Talvez você não destaque uma música ou outra de toda a obra, e seja esse o real ponto alto do álbum. Ele é inteiramente excelente.

Aprecie como ele deve ser apreciado: por completo. E complete a si mesmo, um pouco mais, com boa música.

The Decemberists - The Hazards of Love (2009)
The Decemberists - The Hazards of Love (2009)
01 - Prelude
02 - The Hazards Of Love 1 (The Prettiest Whistles Won't Wrestle the Thistles Undone)
03 - A Bower Scene
04 - Won't Want For Love (Margaret in the Taiga)
05 - The Hazards Of Love 2 (Wager All)
06 - The Queens Approach
07 - Isn't It A Lovely Night
08 - The Wanting Comes In Waves Repaid
09 - An Interlude
10 - The Rake's Song
11 - The Abduction Of Margaret
12 - The Queens Rebuke (The Crossing)
13 - Annan Water
14 - Margaret In Captivity
15 - The Hazards Of Love 3 (Revenge!)
16 - The Wanting Comes In Waves (Reprise)
17 - The Hazards Of Love 4 (The Drowned)
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Móveis Coloniais de Acajú - O Tempo (2009)

Móveis Coloniais de Acajú

E se o Móveis quisesse fazer um sucesso? Uma música pra tocar na rádio até cansar, algo que levaria eles diretamente para capas de revista e programas de TV? Eles conseguiriam?

Provavelmente sim. Eles são mais que capazes. Mas o novo single deles, chamado "O Tempo", ainda não conseguiria isso. Apesar de ser bem mais fácil do que qualquer coisa que eles já tenham feito, de ser a música mais bonita desde "Aluga-se-Vende" e de estar com uma produção linda, não acho que as rádios estejam realmente interessadas em tocar algo que precise se pensar para adorar, querem sempre algo já mastigado e, a "feijoada búlgara" (odeio esse termo) do Móveis, ainda tem muito a ser mastigada. E o sabor só melhora com "O Tempo".

Baixe a nova música diretamente por esse link e, visite também, o hotsite dos caras.
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sexta-feira, 6 de março de 2009

Clap Your Hands Say Yeah - Statues (2009)

Clap Your Hands Say Yeah

Legal pra caramba essa música novo do CYHSY, hein!?


Eles tocaram ao vivo no "Late Show com Jimmy Fallon" na terça, e já disponibilizaram para download, no próprio site. imediatamente. Vai lá e baixa.

A música lembra o bom CYHSY de 2005, então vamos torcer pros caras virem com tudo.
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quinta-feira, 5 de março de 2009

Wado e Realismo Fantástico - A Farsa do Samba Nublado (2004)

Wado e Realismo Fantástico

Wado não vacila. E falar dele é um desafio, pois não é falar onde vai sua música, o que ele toca, canta ou compõe. A abrangência é o que martela na cabeça. Não é possível definir em um estilo o que ele faz, e não há estilos suficientes para se somar e chegar ao resultado do que ele produz. O cara é foda.

Talvez, a mistura catarinense/alagoano, possa resumir um pouco sobre ele. Pois sua a música parece, realmente, atravessar essas distâncias. Parece lutar para aumentar o perímetro de onde começa e acaba a música popular no Brasil. O que Wado faz é música popular. É o pop em sua cara mais periférica. É o pop que mais se aproximaria da realidade do brasileiro (isso por julgar, nosso povo, como um povo muito criativo). claro, se não fossem as FM's manipuladas maioria em nosso território, ele realmente seria um dos artistas em mais evidência no país. E não seria só para crítica, como é hoje, e sim para quem realmente interessa, o público.


Com 4 discos na bagagem, considero o seu terceiro, de 2004 chamado "A Farsa do Samba Nublado", o mais completo. O meu favorito, talvez, seja o de 2008, mas prefiro indicar aquele que acredito que seja o ponto alto do cara.

"Eu já não luto contra o tempo, isso já não faz sentido. Não estou mais vazio. E não vou sentir inveja, pois carrego comigo um pouco da tua luz.", diz Wado em "Fuso". "Sinto não sentir mais que um abismo entre nós", diz logo em seguida em "Amor e restos humanos". Se você procura boas letras e músicas realmente criativas, sem chatice, tá aí um prato cheio.

Letras diretas e sem nenhuma arrogância poética. Melodias diversas, variante de diversas influências.

"E num dado momento, parecia até que o sol ia nascer. E era mais uma estrela decadente" num "Deserto de Sal" ou em qualquer lugar, essa estrela com certeza não é Wado. Porque ele é uma estrela que está cada vez mais alta mas, mesmo assim, parece tão próxima da gente.

Wado e Realismo Fantástico - A Farsa do Samba Nublado (2004)
Wado e Realismo Fantástico - A Farsa do Samba Nublado (2004)
01 - Tormenta
02 - Grande poder
03 - Vai querer
04 - Alguma coisa mais pra frente
05 - Carteiro de favela
06 - Gargalhada fatal
07 - Fuso
08 - Amor e restos humanos
09 - Se vacilar o jacaré abraça
10 - Ode à maldade
11 - Deserto de sal
12 - Pé de carambola (Bonus Track)
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Update:
Esqueci de dizer. No site do cara, você pode baixar todos os discos. Digamos, ele funciona melhor no IE do que no Firefox, então fique esperto e cai pra lá.
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quarta-feira, 4 de março de 2009

Molotov Jive

Molotov Jive

Vindos da Suécia, influenciados por Clash, Cure, Kinks e Libertines, e fazendo música de garotos para garotos. Poderia estar falando, novamente, sobre o Mando Diao mas não. Para quem não conhece, apresento-lhes o Molotov Jive. Banda que seguiu de onde o Mando Diao parou com o Hurricane Bar, ou de onde o Libertines parou também em 2004, ou fazendo aquilo que o Dirty Pretty Things não conseguiu por muito tempo, ou... Ok. Acha que não há nada de muita novidade nisso? Fique tranquilo. Continuamos a espremer a laranja, que vai sair um suco bem bacana. Saca só:


As músicas do MJ parecem ter um único objetivo: divertir. Realmente, não passa de música feita por moleques querendo ser rockstars. Mas não era essa a grande graça de fazer rock até se tornar mais glamoroso ser "alternativo"?

Aqui não parece existir essa preocupação e, aliás, não parece existir preocupação alguma. De maneira até inconsequente, vão surgindo hits atrás de hits. São as melodias rápidas e simples, guitarras numa harmonia positivamente contestável, voz que engasga num desespero jovem de gritar por algo e, isso tudo, tem uma beleza admirável. Não se perde a graça de ouvir, porque não parece que eles perdem a graça ao tocar, e parece que há mais vontade ainda de melhorar.

Claramente, se vê a evolução de um disco ao outro. Mas não uma evolução especificamente técnica, e sim uma evolução de fibra. De um álbum para o outro, parece que a vontade de tocar e alcançar o topo aumentou. E, nesse caso, é essa evolução que realmente importa. Talvez, se as coisas ficassem mornas, dificilmente o segundo álbum seria de tamanha competência.

Por aí, podem dizer o que quiserem mas, fazer um álbum realmente divertido e intenso, é privilégio de poucos. Reapresento para vocês, desta vez mais animado ainda, assim como eles, o Molotov Jive. Divirta-se.

Molotov Jive - When It's Over I'll Come Back Again (2007)
Molotov Jive - When It's Over I'll Come Back Again (2007)
01 - Weight (Off My Shoulder)
02 - The Luck You Got
03 - Valentines Day
04 - Hold Me Tight (Like A Gun)
05 - Mr Mushroom
06 - Made In Spain
07 - Rich Girls Game
08 - She Dreamt Of New York
09 - Die She Must
10 - Here Comes The Flood
11 - Bloodgiver

Bonus Track:
12 - Police On My Back
13 - Friday I'm In Love
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Molotov Jive - Songs For The Fallen Apart (2009)
Molotov Jive - Songs For The Fallen Apart (2009)
01 - Prologue
02 - Monday Tuesday
03 - Bridges Burn
04 - Paint The City Black
05 - This Is Not Happening To Us
06 - Cecilia And The Love
07 - Nicotine
08 - Down On You Like Rain
09 - Hold Up
10 - Leave It In The Streets
11 - Song For The Fallen Apart
12 - Epilogue
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